quinta-feira, 9 de junho de 2011

Às Vezes...Um Misterio

Às vezes eu não entendo

Ou finjo que não entendo


Só pra ser mais um mistério

Daqueles que nenhuma

De nossas músicas decifra

Que nenhum de nossos poemas revela

Às vezes eu sinto

E tantas vezes eu não queria sentir

Essa distancia

Que separa grandes amizades

Às vezes eu queria fugir

Ou apenas estar ai

Porque você entende

Ou pelo menos finge que entende

Esse meu jeito

Essas minhas maluquices

Às vezes

Eu nem sei mais...

6 comentários:

LyRodrigues disse...

Eu entendo

E não gosto nada nada dessa tal distância.

Lindo como sempre, Fa. Cheio de alma

Te amo

Lupo disse...

Mistério...

Mistério ilógico que só o coração revela. Eu sei Faa... Eu acredito muito naquele elo que une os iguais, tão diferentes dos outros "normais". Parece que só esses seres estranhos sabem que a loucura está naquele que não é capaz de perceber que o amor sempre é amor, independentemente de outros sentimentos, distâncias e tempos...

Entender é simples, simples como a água... Mas é preciso ter sede!

Sede... De saber, de sentir, de acreditar antes de duvidar. Sede do obvio. É fácil enxergar o que se quer ver, difícil mesmo é ir além, e acreditar na essência. Foda-se ás máscaras! Foda-se a carcaça, o invólucro! É o que tem dentro que germina, que cresce, que evolui e, até mesmo, perpetua.

Bjo Ly e Faa. Amo vcs como o oxigênio ama o hidrogênio.

Lily Olival disse...

Sempre um mistério...
E se o desvendássemos não faria mais sentido!

A distância nem comento mais... me machuca muito, porém sempre me faz lembra que não importa onde eu esteja, outras pessoas em diversos lugares estarão pensando em mim =)

E é a soma dessas coisas que nos mantém Faazinha!

Te amo menina, e você sabe disso!
Super beijo, lindo texto...

M. disse...

Mistério é bom. Mesmo à fingir... Ou então fingir mistério...


:)

silvioafonso disse...

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Eu queria te olhar de baixo para cima
como as estrelas me obrigam, como o sol
me proibe e a lua me impõe. Eu queria
que teus olhos olhassem os meus de cima
para baixo como o meu pai olhava os
seus filhos, que filhos?, se deles eu
sou irmão. Eu queria qualquer coisa que
os teus olhos por mim fizessem, mesmo
que não quisessem, mas seu pranto é a
única possibilidade que eu não vejo...

silvioafonso





.

Guará Matos disse...

Oi, tudo bem com você?
Como eu havia dito antes, estou afastado do Blogosfera por vários motivos, inclusive por conta do site “ABORDAGENS & IMPRESSÕES”/ http://abordagenseimpressoes.com/ que eu acabo de criar e publicar na Internet.
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